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Engine para criação de jogos Arcade com HTML 5 e Javascript
Os inesquecíveis jogos de Arcade dos anos 80 e das plataformas 8-bits nunca perdem o estilo e continuam sendo fonte de algumas horas perdidas no entretenimento pela internet afora, principalmente para aqueles que gostam de um jogo casual entre uma “navegada” e outra pela WEB.
É comum encontrar muito desses jogos implementados sobre a plataforma Adobe Flash, no entanto, muitas iniciativas para tornar a WEB padronizada e livre de plugins levam ao desenvolvimento de alternativas que objetivam a necessidade somente de um navegador para a execução de aplicativos. E isso também está chegando ao mundo dos jogos e animações, seja com bibliotecas javascript ou com os recursos, ainda não completamente especificados, do HTML5.
A engine Akihabara utiliza alguns recursos do HTML 5 e de algumas bibliotecas Javascript para construção de jogos do estilo Arcade sem a necessidade de nenhum plugin.
Embora a documentação da engine não esteja completa, podemos notar pelos demos que muitos recursos interessantes para realização de jogos simples já estão disponíveis, como detecção de colisão, animação por sprites e captação de eventos do teclado.
Alguns módulos compõe Akihabara para a realização de diversas funções, desde básicas para auxílio na programação do jogo até funções para dispositivos com sistemas touch, como o Android.
Algumas imagens de jogos feito com a engine.



Boa pra quem quer desenvolver joguinhos…. ^^
Pra quem usa disquetes.
Mais um suporte de mídia digital vai para no museu: o disquete de 3 1/2 polegadas está com seus dias contados. A Sony, que criou o formato em 1981, acaba de anunciar que sua produção será encerrada em março do ano que vem.
A disseminação do memory key no padrão USB, mais durável e com capacidade de armazenamento milhares de vezes maior, é a responsável pela aposentadoria dos disquetes. Apesar disso no ano passado, somente no Japão, a Sony vendeu mais de 12 milhões de unidades do produto.
Apesar de muitos ainda o usarem em casa, com desktops que ainda tem um drive de leitura, na (grande) maioria das vezes serve mais como um enfeite retrô do que como uma peça funcional. Isso já deveria ter acontecido a muito tempo, hoje é até difícil encontrar algo que leia essas coisas




